quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

AVISO para as mensagens de Fevereiro


Se algum estranho ler os meus comentários sobre os programas abaixo, por favor compreenda que quem os está a escrever é um zero á esquerda em Informática que apenas sabe clicar no Left 4 Dead 2 e jogar isso e pouco(eu tenho uma ligeira tendência para exagerar tudo). Se quiser ver algo que até faz um comediante chorar, por favor vejam aquele blog das folhas sem nada (porque o seu dono teve o descaramento de troçar deste blog inocente e eu tenho que ter a minha vingança) e se gostar dos Ídolos vá a um blog chamado ponto e vírgula, que de certeza vai gostar do conteúdo.
E como já referi como não tenho muito jeito nem paciência para operações sofisticadas de computador como vídeos editados, contente-se com as minhas piadas secas, porque afinal um blog tem de ter algum humor! E misericórdia na nota por favor.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

KompoZer


KompoZer é um programa de edição de páginas web que combina a gestão de ficheiros e a facilidade de edição WYSIWYG das mesmas. Este editor HTML (WYSIWYG), é um software livre desenvolvido por colaboradores da SourceForge, que pretende solucionar todos os defeitos presentes no Nvu, cuja última versão (1.0) é de Junho de 2005.

Não acho que o KompoZer seja um programa muito fácil de utilizar, pelo menos eu só o usei uma vez e a experiência não foi lá muito boa*, por isso a nível de usabilidade, o programa é apenas satisfatório. Nota: 11

Apesar da usabilidade média, o facto do programa ser poliglota torna-o mais acessível a várias pessoas, além do tamanho dos ícones ser o suficiente para o programa ser utilizado por pessoas com falta de visão. Nota: 17

O programa tem uma grande variedade de ferramentas, porém acho que eles nem sempre fazem o que estamos à espera, o que prujdica a sua funcionalidade. Nota: 13

Para além da fraca usabilidade, o programa é pouco adaptável às necessidades de cada utilizador, por isso a nível de adaptalidade ele é apenas satisfatório. Nota: 12

*A primeira vez que utilizei este programa foi uma catástrofe completa, mas espero que na próxima vez corra melhor.

Windows Movie Maker


O Windows Movie Maker (WMM nesta mensagem, porque dá muito trabalho escrever o nome inteiro)é um software de edição de vídeos da Microsoft. É um programa simples e de fácil utilização, o que permite que pessoas sem muita experiência em informática possa adicionar efeitos de transição, textos personalizados e áudio nos seus filmes.

O WMM é um pouco complicado de se utilizar, sendo necessário algum tempo para se dominar o programa, por isso a usabilidade é apenas satisfatória. Nota: 12

O programa conta com um grande número de línguas e os controlos são facilmente identificáveis por pessoas que tenham problemas de visão, portanto o programa tem uma grande adaptalidade. Nota: 18

Apesar de contar com várias ferramentas interessantes, o WMM tem alguns entraves que não permitem trabalhos melhores ou mais especifícios, por isso a funcionalidade é apenas satisfatória. Nota: 13

Parece-me que no geral, o programa consegue adaptar-se ao utilizador, por isso a nível de adaptabilidade o WMM é bom. Nota: 15

Audacity


O Audacity é um programa livre e gratuito, de código fonte aberto, para edição de áudio digital. Está disponível para Mac OS X, Microsoft Windows, GNU/Linux e outros sistemas operacionais.

Só utilizei uma vez este programa, porque não sou pessoa mais de ver do que de mexer mesmo nas fotografias, mas pareceu-me bastante fácil de utilizar, portanto acho que a nível de usabilidade é bom. Nota: 17

Com ícones grandes e disponibilidade em várias línguas, o Audacity é bastante acessível à quase totalidade das pessoas. Nota: 18

O Audacity tem várias opções que nos permitem facilmente encontrar aquilo que queremos, o que o torna bastante funcional. Nota: 18

A flexibilidade é também boa na Audacity, porém para os utizadores mais exigentes a flexibilidade podia ser muito maior. Nota: 16

Inkscape


Inkscape é um software livre para edição electrónica de imagens e documentos vectoriais, com base numa versão mais avançada do antigo Sodipodi no qual teve origem. Trata-se assim de um fork considerado de sucesso.

Acho que a nível da usabilidade, o programa tem muito a desejar, acho que apenas ensinado se torna mais simples, mesmo assim há controlos que não são muito explicítos. Nota:9

Apesar de ter várias línguas, o Inkscape tem ícones muito pequenos, o que torna-o de dificíl utilização para pessoas com dificuldades de visão, porém para quem não sofre estes problemas até que é um programa acessível. Nota: 16

O programa tem várias funções e bastante variadas. Por isso a nível de funcionalidade é muito bom. Nota:18

Embora tenha um conjunto de ferramentas muito interessante, o Inkscape é muito pouco adaptável à maioria das pessoas, por isso a nível de flexibilidade é fraco. Nota: 7

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Paint.NET


Paint.NET é um programa de computador gratuito e open-source utilizado na manipulação e edição de imagem e fotografia. Foi escrito para a plataforma .NET Framework (daí o nome .NET) e pode ser executado nas versões Microsoft Windows que suportem .NET (Windows 2000 e posteriores) e necessita do .NET Framework instalado no sistema. Pode também ser usado no Linux através do projecto Mono.

A nível de usabilidade, acho que o programa tem uma fácil utilização, porém alguns controlos são um pouco complicados como o clone. Nota: 14

Acho que o programa é acessível para a maioria das pessoas, porém acho que os ícones podiam ser um pouco maiores. Nota: 16

O programa tem uma boa funcionalidade, contudo acho que poderia ter mais algumas funções que enriqueciam o programa. Nota: 16

Este programa consegue adaptar-se a uma parte dos utilizadores, porém devido aos controlos mais complicados, a adaptação torna-se dificíl, portanto a flexibilidade é satisfatória, mas um pouco aquém do que poderia ser. Nota:13

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Realidade Virtual: o que é?





Realidade Virtual é uma tecnologia de interface avançada entre um utilizador e um sistema computacional. O objectivo dessa tecnologia é recriar ao máximo a sensação de realidade para um indivíduo, levando-o a adoptar essa interação como uma de suas realidades temporais. Para isso, essa interacção é realizada em tempo real, com o uso de técnicas e de equipamentos computacionais que ajudem na ampliação do sentimento de presença do utilizador.

RV Imersiva e Não-Imersiva

A Realidade Virtual Imersiva é aquela em que o utilizador tem a sensação real de estar dentro do mundo virtual e que é capaz de manipular os objetos ali presentes como se eles fossem reais, visto que com o desenvolvimento tecnológico, estes objectos passaram à responder às interações realizadas pelo usuário.

A não-imersiva é realizada com o uso de um monitor comum no qual o utilizador manipula o ambiente virtual através de um dispositivo de entrada (teclado por exemplo). Isto ocorre na maioria dos jogos de computador na 1ª pessoa.

É pertinente referir que inicialmente o conceito de Realidade Virtual apenas englobava o seu tipo imersivo, pois o não imersivo era classificado de outra forma.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

História da Realidade Virtual

O conceito de realidade virtual existiu durante décadas, mesmo que só tenha chegado ao conhecimento do público no início dos anos 90. Em meados da década de 50, um cineasta chamado Morton Heilig achou que a experiência no cinema estimularia todos os sentidos de seu público, levando-o para dentro das histórias de maneira eficaz. Em 1960, construiu uma consola de usuário simples, chamado Sensorama, que incluía um display estereoscópico, ventiladores, aromas, altifalantes “stéreo” e uma cadeira móvel. Ele também inventou um display de televisão montado no topo, para que o usuário pudesse ver TV em 3-D. Os usuários eram públicos passivos para os filmes, mas muitos conceitos de Heilig encontrariam o seu caminho no campo da RV. Os engenheiros da Philco Corporation desenvolveram o primeiro HMD, em 1961, chamado de Headsight. O capacete incluía uma tela de vídeo e um sistema de rastreamento, que os engenheiros ligavam a um sistema de câmara de circuito fechado. O objectivo era que o HMD fosse usado em situações perigosas - um usuário poderia observar um ambiente real, remotamente, ajustando o ângulo da câmara ao girar a cabeça. A Bell Laboratories usou um HMD semelhante em pilotos de helicóptero. Ligaram os HMDs a câmeras de infravermelho presas na parte inferior dos helicópteros, que permitiam que os pilotos tivessem um campo de visão claro ao voarem no escuro.

Em 1965, um cientista da computação chamado Ivan Sutherland idealizou o que chamava de "Ultimate Display". Com esse display, uma pessoa poderia ver um mundo virtual tão real quanto o mundo físico no qual o usuário vivia. Essa visão orientou praticamente todos os desenvolvimentos dentro do campo da realidade virtual. O conceito de Sutherland incluía:
• um mundo virtual que parece real a qualquer observador, visto através de um HMD e ampliado por meio de estímulos tácteis e sonoros tridimensionais;
• um computador que mantém o modelo do mundo em tempo real;
• a capacidade dos usuários de manipular objectos virtuais de uma maneira intuitiva e realista.
Em 1966, Sutherland criou um HMD que era ligado a um sistema de computador. O computador fornecia todos os gráficos para o display (até aquele momento, os HMDs eram ligados apenas a câmaras). Ele usou um sistema de suspensão para segurar o HMD, já que era muito pesado para um usuário aguentar confortavelmente. O HMD podia exibir imagens em “stéreo”, dando a ilusão de profundidade, além de poder acompanhar os movimentos da cabeça do usuário, para que o campo de visão mudasse adequadamente à medida que o usuário olhasse ao redor.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Programa mais fácil e programa mais difícil




O programa mais difícil que utilizei foi o Microsoft Excel 2007, porque já estava habituado ao 2003 e como houve uma grande mudança, demorei algum tempo a adaptar-me.


O programa mais fácil de utilizar pela primeira vez para mim foi o jogo The Sims, porque o meu primo deu-me logo a passe do dinheiro e ao contrário da maioria eu não matei ninguém na primeira vez que peguei nas criaturas, mas mais tarde morreu-me uma criança de fome no meio do corredor, a caminho da cozinha (agora imagine-se o tamanho do corredor...).

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

História dos GUI (1ª parte)


Os GUI (Interfaces Gráficas do Utilizador) nem sempre foram tão desenvolvidos como hoje. Eles começaram a ser bastante primitivos e têm-se desenvolvido ao longo dos anos e ainda hoje este desenvolvimento não está completo.
O GUI, tal como outras tecnologias, foram pensados antes de sequer existir tecnologia para os concretizar. O primeiro a divulgar estas ideias foi Vannevar Bush que projecto um sistema que parecia uma secretária com ecrã táctil, scanner e teclado chamado Memex, porém as suas ideias não foram muito bem aceites nem sequer realizadas.

História dos GUI (2ª parte)


Só após a Segunda Guerra Mundial é que surgiu realmente o primeiro GUI (mais propriamente na década de 60 quando pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Stanford, liderados por Douglas Engelbart desenvolveram o uso de hiperligações de texto manipuladas com um rato para o NLS. Pouco depois em 1963, Ivan Sutherland desenvolveu um sistema baseado em ponteiros chamado Sketchpad que usava uma caneta de luz para guiar a criação e manipulação de objectos em desenhos de engenharia. Durante a década de 1970, o conceito de hiperligações foi posteriormente refinado e estendido por pesquisadores da Xerox PARC, que foram além da interface de texto, usando uma interface gráfica como a principal interface do computador Xerox Alto, que influenciou a maioria das interfaces gráficas modernas desde então.

História dos GUI (3ª parte)

A partir de 1979, iniciado por Steve Jobs e liderado por Jef Raskin, as equipas de desenvolvimento do Lisa e do Macintosh na Apple Computer continuaram a desenvolver as ideias da Xerox. O Macintosh foi lançado em 1984, e representou o primeiro produto de sucesso a usar uma interface gráfica. Ele utilizava uma metáfora em que os arquivos pareciam folhas de papel, e os directórios pareciam pastas de arquivo. Havia também um conjunto de utilitários como calculadora, bloco de notas, despertador e lixeira de arquivos.

História dos GUI (4ª parte)




A Digital Research (DRI) criou o Graphical Environment Manager, desenvolvido para trabalhar com sistemas operacionais já existentes como CP/M e MS-DOS. A parecença com Macintosh resultou numa acção judicial da Apple Computer. O GEM foi bastante usado no mercado a partir de 1985, quando tornou-se a interface padrão do TOS, sistema operacional da linha de computadores Atari ST. Mas acabou caindo em desuso com a saída do Atari ST do mercado em 1992 e com a popularidade do Microsoft Windows 3.0.

História dos GUI (5ª parte)

Na linha 16 bit da Microsoft, o Windows 1.0 foi uma interface gráfica para o MS-DOS, usada na linha PC e compatíveis desde 1981. O sistema foi seguido pelo Windows 2.0, mas foi somente a partir de 1990, com o Windows 3.0, que popularidade do sistema cresceu. Baseada no Common User Access, a interface manteve-se estável desde então. A linha 16 bit do Windows foi descontinuada com a introdução do Windows 95 e do Windows NT durante a década de 1990.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

História dos GUI (6ª parte)


O sistema de janelas do padrão do Unix é o X Window System, lançado em meados da década de 1980, cujo precursor foi o W Window System, de 1983. Desde então, o sistema é a base de todos os sistemas Unix e derivados, como o Linux.
Após o Windows 3.11, a Microsoft começou a desenvolver o Windows 95, com uma versão melhorada do MS-DOS e uma interface gráfica remodelada. Na mesma época houve a guerra dos navegadores, quando a World Wide Web começou a ganhar grande atenção na cultura popular. Entretanto, o Windows 95 possuía somente um serviço online próprio da Microsoft, o The Microsoft Network, sem acesso à Internet. Com o lançamento de navegadores como Netscape Navigator e Internet Explorer, o Windows passou suportar esse novo paradigma. A interface gráfica do Windows 95 seguiu com Windows 98, Windows ME, Windows 2000 e Windows XP, sendo descontinuada a partir do Windows Vista.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Será Verdade?


Antes de ler


Talvez muitos estranhem o facto de não ter imagens em todas as mensagens nem vídeos nem música. No caso das imagens, eu ponho alternada de modo a chamar mais a atenção cada um,porque se todos tivessem imagens nenhum se destacaria, na música é porque detesto entrar num blog e ouvir música que não gosto e os vídeos, por que já tenho o computador cheio :P.
Obrigado pela atenção!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Linguagem Assembly

Uma linguagem de montagem ou assembly é uma notação legível por humanos para o código de máquina que um computador usa. A linguagem de máquina, que é um mero padrão de bits, torna-se legível pela substituição dos valores em bruto por símbolos chamados mnemônicos.
Surgiu nos EUA na década de 90 e um dos programas que o utiliza o assembly é o radiantGrid.

Linguagem Java


Java é uma linguagem de programação desenvolvida na década de 90 por uma equipa de programadores chefiada por James Gosling, na empresa Sun Microsystems (uma empresa americana). O seu nome advém do facto dos seus criadores estarem a beber café de Java qunado estavam a criar esta linguagem (o que também explica o facto do seu símbolo ser uma chávena de café que está sempre a aborrecer-me quando estou a jogar Sims 3 e daí a imagem do café)
Um exemplo de programa que utilize a linguagem Java é o Addition.Java.